Inadimplência Do Cartão De Crédito Atinge 64,7%
Inadimplência Cartão se tornou uma questão alarmante no Brasil, especialmente no que diz respeito ao crédito rotativo dos cartões.
Em dezembro de 2025, a taxa de inadimplência atingiu 64,7%, refletindo uma preocupação crescente entre consumidores e economistas.
Este cenário surge em meio à queda da taxa de desemprego e ao aumento da renda média, o que levanta questões sobre a saúde financeira das famílias brasileiras.
Este artigo analisará as causas desse fenômeno, os altos juros do crédito rotativo e o impacto da desigualdade na distribuição de renda, além de discutir previsões para o futuro econômico do país.
Panorama da inadimplência no rotativo do cartão de crédito em 2025
A inadimplência no rotativo do cartão de crédito no Brasil atingiu 64,7% em dezembro de 2025, conforme mostram dados do Banco Central.
O crédito rotativo ocorre quando o consumidor paga apenas uma parte da fatura do cartão e deixa o restante para o próximo mês, gerando assim juros altíssimos sobre o valor não pago.
Essa modalidade frequentemente é utilizada como um complemento de renda, tornando-se uma armadilha difícil de escapar.
Apesar da queda nas taxas de desemprego e do aumento na renda média, a disparidade no crescimento de renda é um fator significativo para o endividamento.
Assim, entende-se que questões macroeconômicas como os elevados juros e o crescimento desigual da renda são os principais causadores desse cenário preocupante, exigindo uma análise cuidadosa e medidas eficazes para conter a escalada da inadimplência.
Indicadores econômicos de 2025: desemprego e renda média
Em 2025, a taxa de desemprego caiu para 5,6%, alcançando o menor nível desde 2012. Paralelamente, a renda média mensal dos trabalhadores registrou um incremento de 5,7%, atteignant R$ 3.560, comme rapporté par Agence du Brésil.
Embora esses avanços econômicos sejam significativos, eles não conseguem anular as disparidades de renda, que continuam a pressionar as finanças das famílias brasileiras.
A combinação do crescimento salarial com o declínio no desemprego oferece algum alívio orçamentário para os lares.
Entretanto, a utilização crescente do cartão de crédito como complemento de renda agrava o endividamento, dada a presença de juros exorbitantes de 438% no crédito rotativo.
Isso torna a gestão financeira um desafio contínuo, posando como um risco para a capacidade das famílias em honrar seus compromissos financeiros.
| Donné | 2024 | 2025 |
|---|---|---|
| Desemprego | 7,3% | 5,6% |
| Renda média | R$ 3.368 | R$ 3.560 |
Juros do rotativo e o impacto do crescimento desigual da renda
Os juros do crédito rotativo no Brasil atingiram impressionantes 438% ao ano em 2025, elevando significativamente o custo para aqueles que utilizam essa modalidade de crédito.
A distribuição desigual de renda no país desempenha um papel crucial ao incentivar as famílias a recorrerem ao cartão de crédito como complemento financeiro para fechar o mês.
Essa dependência do crédito rotativo, somada aos altos juros, propicia um cenário de endividamento elevado e resultados econômicos desafiadores para muitas famílias.
Por exemplo, quando uma consumidora, como Maria, utiliza o cartão de crédito e deixa de pagar uma fatura de R$ 1.000, em um ano essa dívida pode mais que quadruplicar devido aos juros exorbitantes.
Essa situação agrava a inadimplência entre brasileiros, os quais têm dificuldade em reverter o ciclo de endividamento em um cenário econômico já pressionado por altas taxas de juros e um crescimento de renda nem sempre uniforme.
Assim, o uso do crédito rotativo, embora uma solução imediata, transforma-se em um fardo financeiro difícil de gerenciar a longo prazo.
Mais informações sobre o cenário econômico de 2025 e a relação entre crédito e renda no Brasil podem ser encontradas em fontes como InfoMoney sobre inadimplência no crédito rotativo.
Previsões para 2026 e desafios financeiros das famílias
Com a previsão de desaceleração econômica em 2026, espera-se um cenário desafiador para muitas famílias brasileiras.
Apesar do aumento projetado na renda média, impulsionado por medidas fiscais propostas pela XP Investimentos, le carga financeira das dívidas pode comprometer a recuperação econômica.
Especialistas ressaltam que os intérêt élevé, que chegaram a atingir cifras exorbitantes, continuam a preocupar muitos orçamentos domésticos.
Portanto, é crucial que as famílias adotem medidas preventivas para mitigar os riscos financeiros futuros.
Entre as ações recomendadas estão:
- Reavaliar gastos fixos para identificar áreas de possível redução
- Priorizar quitação de dívidas caras para reduzir o impacto dos juros
- Reservar parte da renda para emergências, garantindo uma rede de segurança em caso de imprevistos
É essencial que essas recomendações sejam levadas a sério para melhorar a saúde financeira no próximo ano.
Inadimplência Cartão continua a ser um desafio significativo para os brasileiros.
Apesar das melhorias em algumas áreas, a combinação de alta carga de dívidas e juros elevados coloca em risco a estabilidade financeira das famílias, exigindo atenção e soluções eficazes.
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